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BLOG DOIS PONTOS
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Obrigado e abraços!
Escrito por Reginaldo Tech (Teco) às 18h58
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Deixe as pessoas viverem
O título deste artigo parece meio estranho. Me peguei pensando nesta frase quando voltava de uma viagem a uma cidade da região de Ribeirão Preto, onde fui dar uma palestra sobre stress e auto-estima. Interessante que os temas que abordo aqui no Jornal da Cidade sempre aparecem quando volto de viagem. E pensei: deixe as pessoas viverem.
Na última semana, tive a oportunidade de vivenciar duas situações importantes: uma muito feliz, quando meus filhos voltaram a estudar em uma escola que trabalha com a pedagogia Waldorf; e outra bem triste, quando um amigo meu teve sério atrito com a filha, que cismava em realizar um sonho dela, que ele não concordava.
Peguei-me outra vez pensando na frase: “deixe as pessoas viverem”. Não sou o melhor pai do mundo, mas sou um bom pai, sempre presente e vivendo junto os sonhos de meus filhos. Quando os dois disseram que o sonho deles era voltar a estudar na escola de pedagogia Waldorf, onde eles vivenciam a criatividade, o saber e a alegria de uma forma bem humana, entrei nisso de cabeça. Alegrei meu coração e resolvi “deixar as pessoas viverem”.
Alguns amigos colocaram “senões” para a minha decisão de levar minhas crianças de volta a uma pedagogia tão diferente, mas banquei o sonho, que passou a ser meu também. E pensei comigo: não quero que meus filhos sejam comuns, quero os dois com caráter cooperativo e não com caráter competitivo. Aliás, esse é um diferencial que vejo em uma pedagogia diferenciada: fazer a diferença através do processo e não através da “decoreba”. (continua abaixo)
Escrito por Reginaldo Tech (Teco) às 12h59
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No caso do meu amigo, que não queria deixar sua filha viver um sonho, não pude fazer quase nada. Até que ele me pediu uma opinião, mas não sou de palpitar na vida alheia. Apenas disse a ele: se fosse minha filha, eu acolheria... daria colo... seria amoroso... deixaria falar... seria mais amigo... estaria disponível, dando coragem na decisão... dela! Faria o papel de pai, como penso que deve ser um pai. De forma alguma iria trocar o sonho dela pelo meu... não viveria, em hipótese alguma a vida dela... só viveria a minha.
Ele me respondeu: eu não consigo... quero decidir por ela... quero falar por ela... quero escolher por ela. Depois dessa resposta, decididamente, reafirmei minha maneira de olhar o mundo... vivendo sempre por mim mesmo e deixando as pessoas viverem as suas vidas, principalmente se forem meus filhos.
Isto não significa estar longe ou negligenciar, muito pelo contrário. Cada um vive a sua vida e usa o seu livre-arbítrio. Se meus filhos caírem, estarei sempre pronto para acolhê-los e ajudá-los, mesmo que eu tenha avisado: “talvez isso não dê certo”.
Não sei se estou correto na minha maneira de olhar o mundo! Talvez não esteja errado! Só sei de uma coisa: estou sendo honesto comigo e com meus filhos. Experimento deixá-los viver... e nunca preciso usar a força bruta das mãos ou das palavras. Meu clima com eles é só na base do amor. E tem dado certo.
Escrito por Reginaldo Tech (Teco) às 12h58
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Administrar o tempo |
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O mundo de hoje trouxe para o homem a maravilhosa máquina do tempo: o relógio. Este objeto que, outrora obsoleto, escraviza e destempera a sociedade. O tempo do relógio é artificial. Não que o dia não tenha as 24 horas, mas o homem construiu um conluio de horário completamente artificial. Vejamos: quem resolveu que em 50 minutos eu posso dar uma aula? Quem decidiu que em 5 horas um candidato pode fazer um exame? Quem deliberou que em duas horas o trabalhador sai da empresa, pega o ônibus, vai almoçar, pega o ônibus novamente e chega de volta ao serviço?
Estas são perguntas que me faço toda vez que percebo um desajuste entre o tempo dado e a tarefa a ser executada. Mas este tempo, o do relógio, existe. E é com ele que precisamos conviver, sem reclamações. Porém, algo precisa ser feito para que o tempo biológico aproxime-se o máximo possível do tempo artificial. Tenho dito isto em minhas palestras pelo interior de São Paulo, Minas Gerais e Paraná. As pessoas têm percebido a importância do tema.
Um bom caminho (já que existem muitos) é relativizar os dois tempos e aprender a administrar as irregularidades e as necessidades, ou seja, a aula vai continuar com 50 minutos; o tempo de exame vai continuar 5 horas e o horário de almoço vai continuar duas horas. Administrar é a palavra. Relativizar é o caminho. O yoga pode ser a estratégia. Sim, caro leitor... este ensinamento milenar pode ajustar melhor os dois relógios.
Práticas como a correta respiração, as visualizações, a meditação e as posturas (chamadas de assanas) podem reajustar tudo e principiar uma mudança drástica no corpo e na mente de cada indivíduo. E a abertura para dias mais tranqüilos, equilibrados e cheios de tempo estará se realizando. Começo aí o próximo capítulo da vida de quem precisa administrar melhor o tempo.
Sempre ouço o seguinte comentário: “eu não tenho paciência para fazer yoga”. Quando ouço isto, logo retruco: você precisa fazer o contrário. Se tivesse paciência, talvez nem precisasse fazer yoga. Você precisa fazer yoga para ganhar paciência. Este é o caminho. Mas muita gente fica, impacientemente, esperando a paciência chegar. Assim, só tenho uma conclusão: quem espera, nunca alcança. Comece já, comece agora! |
Escrito por Reginaldo Tech (Teco) às 12h56
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A resposta já foi dada
Outro dia, num desses dias de bom sol e boas energias, pensei em uma frase: “precisamos usar a vida no instante em que ela acontece”. A construção dessa frase não foi por acaso, como tudo o que ocorre com as pessoas, pois nada é por acaso. Fiz um link entre a frase e três idéias que “pesquei” com três pessoas diferentes. Algo meio holístico ou a própria antropofagia de Oswald de Andrade: buscar em lugares diferentes coisas boas que podemos usar no nosso cotidiano.
Pois bem. Vamos às três idéias das três pessoas diferentes, para que o caro leitor possa se conectar com a lógico da frase “precisamos usar a vida no instante em que ela acontece”. O palestrante espírita Adenáuer Novaes falou, em sua última visita a Bauru, algo como “as pessoas ficam procurando por aí os resultados de seus pedidos e não percebem que seus pedidos já foram atendidos. Ouvindo isto, resolvi cunhar a frase: “a resposta já foi dada”, título deste artigo. Trocando em miúdos: nós ficamos sempre à procura de resultados, enquanto isso, as coisas já aconteceram e nós não demos conta disso. Engraçada esta situação, pois, assim, corremos o risco de ficarmos envolvidos com o futuro, deixando de viver o presente.
Viver a vida no instante em que ela acontece. Eis o grande segredo do “viver o momento”, coisa dos poetas árcades que levavam a vida dentro do tema clássico Carpe Diem. Aí vem, caro leitor, a segunda idéia (das três). Esta veio do Padre Beto, mas não me recordo literalmente a frase. Estávamos envolvidos com o barzinho do Conexão 96, da 96 FM, e ouvi algo como: “é preciso fazer a vida existir de fato”. Para mim, e acho que também para o Padre Beto, a vida existir de fato é viver a vida no instante em que ela acontece.
A terceira idéia veio da poesia, mais precisamente de Carlos Drummond de Andrade. O poeta maior disse algo que resume as coisas da vida: “a dor é inevitável; o sofrimento é opcional”. Maravilha. Fechou o circuito. Existe dor... e isso não tem jeito de resolver. Mas optar pelo sofrimento é coisa tola. A má existência é optar pela tristeza, pelo tédio, pela melancolia. Claro que podemos (e devemos) estar tristes quando algo ruim acontece, porém, não posso viver a tristeza e o rancor como essência.
Brilhante! Conseguimos chegar na palavra-chave: essência. Talvez possamos, a partir daí, clarear o caminho... ou a caminhada. Buscar na nossa essência a alegria e a felicidade de viver. Presentearmos nós mesmos com a tempo presente, com a vida presente. Viver a vida no instante em que ela acontece... fazer a vida existir de fato... optar por olhar o mundo como algo maravilhoso. De resto, é viver!
Escrito por Reginaldo Tech (Teco) às 12h56
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Fernando Pessoas e as outras Pessoas
O poeta modernista português Fernando Pessoa é o inventor do fenômeno dos heterônimos. Algo parecido com pseudônimo ou apelido, mas com suas características próprias. Na época do Arcadismo, os poetas, como Tomás Antonio Gonzaga, inventavam pseudônimos de pastores gregos e colocavam em si mesmos. No caso, Tomás era Dirceu, que se apaixonara por Maria Dorotéia Joaquina de Seixas, a sua bela Marília. No Arcadismo (também chamado de Neo-classicismo), os poetas precisavam fazer isto, pois a política a época era um tanto quanto ditatorial.
Com Fernando Pessoa não acontece o mesmo. Pessoa inventa espécies de personagens, os heterônimos, pois acaba realizando uma mistura de identidades. No fundo, Pessoa é todos os outros e todos os outros são Pessoa. Ricardo Reis, o clássico; Álvaro de Campos, o futurista; e Alberto Caeiro, o mestre de todos os outros... encantam o Modernismo português das primeiras décadas do século XX.
Além dos heterônimos, Fernando Pessoa se revela também enquanto ortônimo. É Fernando Pessoa-ele mesmo. Saudosista e lírico. Dono de versos como: “O poeta é um fingidor / finge tão completamente / que chega a fingir que é dor / a dor que deveras sente. Os aprendizes de poetas e de escritores precisam ler muito Fernando Pessoa para continuar escrevendo.
Para os vestibulandos, o melhor é se ater ao fenômeno dos heterônimos; conhecer bem de perto a obra de Fernando Pessoa; e desvelar o mestre Alberto Caeiro... e seu espírito zen-budista, suas defesas do “não pensamento”, seus enleios pelos sentidos e pela ordem física das coisas. Afinal, Caeiro tinha mesmo razão quando respondeu a Fernando Pessoa, quando o poeta disse: “a chuva me deixa triste”. Caeiro simplesmente falou: “e a mim, me deixa molhado”.
Use os sentidos e faça a vida fluir. Seja mais prático e menos teórico. Este é um ensinamento do heterônimo Alberto Caiero, de Fernando Pessoa. Só não fique inventando apelidos por aí... que isso já está fora de moda! Boa semana.
Escrito por Reginaldo Tech (Teco) às 09h03
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No caso do meu amigo, que não queria deixar sua filha viver um sonho, não pude fazer quase nada. Até que ele me pediu uma opinião, mas não sou de palpitar na vida alheia. Apenas disse a ele: se fosse minha filha, eu acolheria... daria colo... seria amoroso... deixaria falar... seria mais amigo... estaria disponível, dando coragem na decisão... dela! Faria o papel de pai, como penso que deve ser um pai. De forma alguma iria trocar o sonho dela pelo meu... não viveria, em hipótese alguma a vida dela... só viveria a minha.
Ele me respondeu: eu não consigo... quero decidir por ela... quero falar por ela... quero escolher por ela. Depois dessa resposta, decididamente, reafirmei minha maneira de olhar o mundo... vivendo sempre por mim mesmo e deixando as pessoas viverem as suas vidas, principalmente se forem meus filhos.
Isto não significa estar longe ou negligenciar, muito pelo contrário. Cada um vive a sua vida e usa o seu livre-arbítrio. Se meus filhos caírem, estarei sempre pronto para acolhê-los e ajudá-los, mesmo que eu tenha avisado: “talvez isso não dê certo”.
Não sei se estou correto na minha maneira de olhar o mundo! Talvez não esteja errado! Só sei de uma coisa: estou sendo honesto comigo e com meus filhos. Experimento deixá-los viver... e nunca preciso usar a força bruta das mãos ou das palavras. Meu clima com eles é só na base do amor. E tem dado certo.
Escrito por Reginaldo Tech (Teco) às 08h43
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Pela vida...
Hoje é um dia especial. Ou melhor, hoje é mais um fia especial: em pleno feriado, pessoas de várias idades foram até a sede da ONG COMVIDA para mais uma prática de meditação, com direito a café da manhã, neste belo feriado de segunda-feira. A Revolução Constitucionalista, hoje, foi meditativa.
Durante a prática, recheada de auto-massagem, algumas ásanas (posturas de yoga) e a meditação propriamente dita, percebemos a importância do equilíbrio do corpo e da mente para os dias atuais. Não foi tarefa minha, como instrutor de meditação, chegar a esta conclusão. Os próprios praticantes definiram isto.
Claro que isto é lógico, mas todas as coisas muito lógicas ficam distantes da vivência! Então, decidimos começar exatamente neste ponto. Começar agora, pois podemos escrever melhor os capítulos de nossa história.
Entre na comunidade no Orkut: “Tantra – Flor de Lótus”.
Namaskar!
Escrito por Reginaldo Tech (Teco) às 13h49
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Escrever a própria vida é possível
Como é bom ter história para contar. Isso foi o que fiquei pensando outro dia, voltando de uma viagem e o sol se pondo, com a lua quase aparecendo do outro lado do mundo. Busquei nos pensamentos as coisas que já me aconteceram, de bom e de ruim, e fui matutando para ver aonde chegaria cada capítulo da vida. Se lembrasse Guimarães Rosa, saberia que a vida é um “troçopasso no universo”... ou algo assim. Se me voltasse a Machado de Assis, a vida seria um “ritmo desacelerado e vagaroso, pelas ruas de pedras, sem brisas do mar”. Poderia também lembrar-me de Álvares de Azevedo, mas isso é coisa para quem só quer ficar no lado obscuro “dessa vida de solidões”. Apartei-me dos pensamentos.
Corri em busca de algo mais concreto, e percebi a vida passando, de capítulo em capítulo, e eu existindo em cada uma dessas páginas. Percebi: tenho mesmo histórias para contar. E muitas. E boas! Porque as ruins a gente nem precisa ficar ruminando... porque tem muita gente para ruminar no nosso lugar. Ficar com o lado feliz da vida é viver com qualidade. E me embrenhei a refletir sobre as histórias das vidas... dos outros.
Tem muita gente que vive a vida dos outros... que não tem história para contar... que conta as histórias dos outros... que trapaça e mente sobre as suas histórias e as histórias dos outros! São pessoas que ainda não tomaram a própria vida nas mãos. Eis o segredo da história da vida: tomar a vida nas próprias mãos. Alguém tem dúvidas disso? Hoje, depois de tantas histórias, que conto (todas) para os meus alunos e para as pessoas que assistem às minhas palestras, garanto que não tenho mais dúvida disso.
Escrever a nossa própria história é um feito maravilhoso, ironicamente inesquecível. Mas é preciso ter audácia para não escrever uma história qualquer. O novo professor de literatura da Welton Academy, uma tradicional escola preparatória, no filme Sociedade dos Poetas Mortos, Robin Williams, nos diz: “Carpe diem, faça da sua vida algo extraordinário”. O espiritualista indiano Osho nos diz outro caminho possível: “é preciso divertir-se no mundo. Mas antes que você possa divertir-se, você deve acumular tanta energia, que você começa a transbordar com amor, sensibilidade, criatividade, poesia, canção, dança”. Assim é a vida. Ou melhor, assim é o lado bom da vida, o lado do bem... a rede do bem. E a pessoa deixa de ficar olhando a vida dos outros para se preocupar com a sua própria existência.
Dessa forma, tomar a vida nas próprias mãos não será nada difícil. Basta perceber quanta gente sabe e consegue fazer isto. E nem precisa ser monge ou caminhante de Santiago da Compostela. É preciso apenas adentrar a própria alma. Claro que um tantinho de meditação é preciso, e mais umas outras audácias que estão bem próximas de todo mundo. A vida assim se torna bem mais fácil. Mais possível.
Então, prepare-se para escrever o próximo capítulo da sua vida, com tintas próprias da emoção e da razão. Afinal, o caminho do meio é possível. Basta você decidir cada letra que vai compor as frases e os parágrafos destes belos capítulos.
Acesse: www.comvidabrasil.org.br
Escrito por Reginaldo Tech (Teco) às 16h06
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TERÇA-FEIRA, DIA 15 DE MAIO,
TEM NOVIDADE NO AR!!!
AGUARDE...
Escrito por Reginaldo Tech (Teco) às 14h59
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A seu favor
O mundo é competitivo. Os melhores sempre estarão na frente. A vida é feita para os espertos. É preciso levar vantagem em tudo. A melhor defesa é o ataque. Primeiro o meu. A vitória a qualquer custo. Quanto pior melhor. É dando que se recebe. E assim vai a vida... cheia de frases feitas e preenchida por esse marasmo, causado pelo mal agouro, pela insegurança das pessoas, pela infelicidade e pelo dom de falar mal de todo mundo.
Outro dia, em uma palestra no Guarujá, falei assim: vamos falar bem de quem agora? E todos espantaram, pois a sociedade está acostumada a falar mal de alguém. Falar bem é coisa estranha. E proseamos muito, exercitando o falar o bem. Só para ver aonde poderíamos chegar. E chegamos!
Pudemos, naquela palestra, recheada de gente de uma comunidade bem pobre da bela Guarujá, de tanta gente fina andando pelas areias das praias, chegar a muitos lugares. Chegamos até mesmo a uma conclusão: é preciso fazer algo! Algo de bom e de bem. E foi lembrando dessa palestra que iniciei este artigo, que pretendia falar algo “a seu favor”.
A psicóloga transpessoal, Susan Andrews, que escreve artigos para a Revista Época e coordena o Parque Ecológico Visão Futuro, tem o caminho pré-construído. Susan organiza as idéias e solta o verbo: “é preciso usar o stress a seu favor”. Como isso? Stress não é algo ruim? Não quero ser estressado! No stress!!! E por aí vai. Mas Susan fica firme e redescobre a roda.
A psicóloga ensina que é preciso conhecer coisas sobre o stress. Na verdade, é preciso conhecer a verdade. Mas, de tanto acreditarmos na primeira coisa que nos falam ou de engolir o primeiro e-mail cheio de baboseiras que recebemos, ficamos assim: boquiabertos! Infelizes, estressados, cabisbaixos e cheios de sonhos não realizados.
Caro leitor, a verdade absoluta é que, realmente, o Universo conspira “a seu favor”. E os fracassos estão nas próprias mãos dos homens. Cada um faz o que quer e recebe o que planta. Isso é de direito! E a vida vai correndo assim. O livre-arbítrio, acreditemos ou não, é a porta de entrada nas coisas do mundo.
Enfim, o livre-arbítrio é que faz o mundo girar para um lado ou para o outro, possibilitando ou não que a vida seja abundante de vitórias e novidades. E quem não quer viver essa plenitude. O stress e o Universo conspirando “a seu favor” é o bom prêmio a receber. Basta (literalmente) querer. Só mais uma coisa: em maio, Susan Andrews estará em Bauru, mostrando estes caminhos possíveis.
Escrito por Reginaldo Tech (Teco) às 18h35
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O segredo
O maior fenômeno de vendas da atualidade já está no Brasil: “O Segredo”, um DVD transformado em livro que prega a força do pensamento positivo (e negativo também) em sua versão mais popular, simplista e atraente. O filme e o livro batem todos os recordes nos Estados Unidos. Os cinemas já começam a passar o filme.
O Segredo tem um segredo: o pensamento positivo. A idéia prega “pense muito, pense forte, pense certo, pense com sentimento, e o que você quer cairá na sua mão”. A inventora da idéia, a australiana Rhonda Byrne, 55 anos, diz: "Se você visualizar na mente aquilo que deseja e fizer disso seu pensamento dominante, atrairá o que quer para a sua vida".
Na verdade, a idéia não é nada nova. As escrituras tântricas, de 8 mil anos a.C. já compunham um Universo sistematizado no poder do pensamento e da meditação. No Brasil, desde 1992, a americana Susan Andrews, do Parque Ecológico Visão Futuro, ensina seus alunos a fazerem hologramas.
O poder do holograma, sistematizado dentro dos cursos de biopsicologia, de Susan Andrews, é imenso. E a atitude é simples: você visualiza a situação que quer em uma espécie de tela de cinema mental, fazendo com que o poder do pensamento positivo se instale de maneira “real” na frente dos seus olhos. Você vê aquilo que deseja que aconteça.
Porém, tem muita gente que faz isso e não consegue. Tem muita gente que corre atrás de propostas como as de Susan Andrews e Rhonda Byrne, mas não atinge seus objetivos. O que estaria acontecendo. Isso não funciona ou o pensamento não foi tão positivo?
Segundo estudiosos do holograma e do pensamento positivo, o segredo é não banalizar o holograma, achando que é só pedir que tudo vai aparecer. Tem mais um ingrediente necessário: a sincronicidade, que é uma espécie de coincidência das coisas. Ou seja: o Universo precisa estar conspirando a nosso favor. E cada pessoa tem papel decisivo nisso.
Escrito por Reginaldo Tech (Teco) às 09h48
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Então, como realizar esta missão, tão fácil e tão complicada ao mesmo tempo. Na verdade, a missão é muito mais fácil do que pensamos. Outro segredo é estar conectado com a verdade e com a paz. Caso contrário, o que se pede de negativo volta em forma negativa. Conectar-se com a verdade e com a paz é estar conectado com o Universo. Aí sim o Universo conspira a seu favor.
Mais do que um instrumento de auto-ajuda, pensamos ser esta situação um bom momento para reflexão a respeito do que se fazer diante dos dramas da realidade. Por exemplo, o exame da ordem dos Advogados do Brasil traz aos bacharéis momentos de estresse redobrado, pois o tal exame tem suas dificuldades.
O ponto-chave é o estudo, claro. Mas o segredo não é o estudo, é o poder do holograma. Preparar-se técnica e teoricamente é fundamental, mas ao se dirigir a um exame, seja ele qual for, dirigir-se a uma situação da realidade, seja ela qual for, precisa vir acompanhado de uma boa dose de positividade. Contudo, não podemos ser simplistas e nem teóricos demais.
Os primeiros ensinamentos sobre o poder da mente, datados das escrituras tântricas, nos falam sobre muita prática e pouca teoria. Portanto, é preciso fazer... mais do que pensar. Ou seja, é preciso fazer o pensamento trabalhar de forma prática. Praticar o holograma.
No caso do exame de um concurso, por exemplo, basta o concorrente, com todo o poder da sua mente, da sua decisão, do seu sentimento e da sua verdade, ter se aplicado nos estudos e decidir passar. Mas isso não é todo mundo que consegue fazer. Alguns apenas pensam mas não fazem o pensamento trabalhar. Aliás, nem todas as pessoas que vão fazer o exame leram este artigo e puderam ter uma pequena noção do segredo do holograma. Quem leu, atendeu à sincronicidade. Agora é continuar os estudos e decidir passar.
Escrito por Reginaldo Tech (Teco) às 09h48
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COINCIDÊNCIAS
Se você acha que encontrar um conhecido num restaurante em São Paulo é coincidência, vejam isso:
Abraham Lincoln foi eleito para o congresso em 1846 e Jonh F. Kennedy foi eleito para o congresso em 1946. Abraham Lincoln foi eleito presidente em 1860 e J.F.K. foi eleito presidente em 1960. Os nomes Lincoln e Kennedy têm sete letras. Ambos estavam comprometidos na defesa dos direitos civis. As esposas de ambos perderam filhos enquanto viviam na Casa Branca. Ambos os presidentes foram baleados numa sexta-feira. A secretária de Lincoln se chamava Kennedy e a secretária de Kennedy se chamava Lincoln. Ambos os presidentes foram assassinados por sulistas. Ambos os sucessores se chamavam Johnson. Andrew Johnson, que sucedeu a Lincoln, nasceu em 1808. Lyndon Johnsonque, que sucedeu a Kennedy, nasceu em 1908. Jonh Wilkes Booth, que assassinou Lincoln, nasceu em 1839. Lee Harvey Oswald, que assassinou Kennedy, nasceu em 1939. Ambos os assassinos eram conhecidos pelos seus três nomes. Os nomes de ambos os assassinos tem 15 letras. Booth saiu correndo de um teatro e foi apanhado em um depósito. Oswald saiu correndo de um depósito e foi apanhado em um teatro. Booth e Oswald foram assassinados antes de seu julgamento. Uma semana antes de Lincoln ser morto, ele estava em Monroe Maryland. Uma semana antes de Kennedy ser morto, ele estava em Monroe Maryland. Lincoln foi morto na sala Ford, do teatro Kennedy e Kennedy foi morto num carro Ford, modelo Lincoln.
Isso é que é coincidência!!!
Escrito por Reginaldo Tech (Teco) às 13h33
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Na Idade Média o amor era espiritual (aula dada em no Colégio Objetivo de Americana, na quinta-feira, dia 1º. de março)
Fidelidade amorosa, sofrimento por amor e amor platônico são coisas da Idade Média. Sim, caro leitor, são coisas do Medievalismo, que ultrapassaram os tempos e chegaram aos dias de hoje. Se isto é bom ou ruim, eu não sei... só sei que cai em vestibular é são bons temas para reflexão.
Nos tempos obscuros da Idade Média, quando a Igreja Católica dominava, poderosamente, a sociedade européia, as regras para homens e mulheres eram rígidas dentro dos aspectos teocêntricos, sendo Deus o centro do Universo. As mãos de ferro de nobres e do clero faziam com que a sociedade vivesse à mercê dos ditames do pecado e da virtude.
Virtuoso era aquele que fazia suas coisas na terra para atingir o reino dos céus, tornando a vida com mais espiritualidade possível. Claro que esta regra servia mais para criar uma servidão no povo e menos para apoiar uma espiritualidade real.
Dentro deste contexto, a literatura em Língua Portuguesa cria as cantigas trovadorescas, formuladas dentro da tradição oral, já que o hábito da escrita não era comum. Versos curtos, rima fácil e sistema paralelístico de construção dos textos faziam com que as cantigas (de amor, de amigo, de escárnio e de maldizer) fossem levadas às ruas dos reinos.
No seu conteúdo, as cantigas traziam as regras ditadas pela sociedade teocêntrica e feudal. A mais importante era a cantiga de amor, onde o homem falava de seu amor a uma mulher amada, sempre considerada uma donzela intocável.
Este homem oferecia à sua amada um amor cortês, aristocrático e respeitador; era fiel, como o vassalo era fiel ao senhor feudal; trazia um amor idealizado e não realizado; e debruçava-se sobre o seu sofrimento amoroso (sua coita)
O amor era desmedido e o trovador cegava-se ao ver ou ao ficar distante de sua amada. Estes últimos aspectos são interessantes para os dias de hoje, num mundo (ainda) plenamente machista. Talvez, o Homem moderno pudesse aprender as boas coisas que a Idade Média ensinou: ao invés de aprender a ter medo, este Homem do século XXI poderia aprender a ter mais respeito com a mulher. O mundo e os relacionamentos, com certeza, seriam bem melhores.
Escrito por Reginaldo Tech (Teco) às 14h01
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Romantismo e egocentrismo (aula dada em Mongaguá/SP, hoje de manhã)
Quando falo aos alunos que ser romântico é ser egocêntrico, eles espantam. Acham mesmo ridículo!!! Mas é assim que a situação se realiza. Todo romântico é egocêntrico, porém, nem todo egocêntrico é romântico.
Ser egocêntrico é “opinar” sobre o mundo a partir de uma visão individualista, tendo o EGO como centro do Universo. Neste caso, a possessividade aparece e é projetada, mesmo que de forma inconsciente.
Portanto, para a visão romântica, dentro dos estudos literários, possessividade, egocentrismo e individualismo são potencialidades do Homem da primeira metade do século XIX, tempo em que ocorreu o Romantismo.
Os pronomes pessoais em primeira pessoa, marca indelével do Romantismo, perduram até hoje nas nossas bocas... meu, me, mim, eu, minha... tudo partos dos românticos dos anos de 1800.
Mas deixei uma pergunta no ar, que faço ao caro leitor agora: você é egocêntrico??? Que atire a primeira pedra... Voltamos ao assunto.
Escrito por Reginaldo Tech (Teco) às 13h30
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As contradições do mundo e o Barroco (aula dada em Mongaguá/SP, hoje de manhã)
O Homem do período da contra-reforma (anos de 1600) viveu uma atitude que até hoje está junto da sociedade: o conflito existencial... do tipo... de onde vim, o que estou fazendo aqui, para onde vou! Dúvidas quanto a gozar dos prazeres carnais ou almejar as virtudes do espírito, que rondam a nossa existência, desde os tempos do Barroco, chegando aos dias de hoje.
O Barroco é a expressão artística que atesta um momento de contradição e dualismo. E isto ocorre até hoje, na vida do Homem moderno. São os mistérios do Universo que a sociedade tenta decifrar. Talvez, e esse é o meu ponto de vista, para aplacar as dúvidas e quebrar um pouco estas contradições do mundo a que somos vulneráveis, possamos mudar o nosso ponto de vista. Do paradigma “ou isto ou aquilo” podemos mudar para “porque não isto e também aquilo”. Só uma coisa: quem é ética não precisa temer esta nova escolha.
A inquisição dos tempos do Barroco já se foi, portanto podemos ser menos prepotentes e mais alertas com as nossas contradições. O escritor do Barroco usou antíteses, metáforas, paradoxos, cultismo (jogo de palavras) e conceptismo (jogo de idéias), coisas que continuamos usando no século XXI.
Finalmente, as contradições, que tornam o texto barroco rebuscado e a vida moderna caótica, têm seu lado positivo, mas podem existir na medida certa. Compreensão talvez seja uma boa palavra para refletirmos. Gregório de Matos Guerra, o melhor poeta do nosso Barroco, não foi muito compreensivo... mas nós podemos ser.
Escrito por Reginaldo Tech (Teco) às 13h20
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Primeiro pensamento:
"As reticências são os três primeiros passos do pensamento que continua por conta própria o seu caminho"
Me inspirei neste verso de Mário Quintana para estar sempre dentro de um mistério... um mistério sem fim, com a própria vida. Talvez por isso, esteja usando tantas reticências nos meus textos. Porém, quando se trata da decisão, nada de reticências... apenas a certeza da escolha.
Segundo pensamento:
"Assim como a semente traça a forma e o destino da árvore, os teus próprios desejos é que te configuram a vida."
Emmanuel resume a vida e faz com que sejamos cada vez nós mesmos... na procura do outro e do nosso próprio coração. Estes desejos é que fazem o coração vibrar. Nada mais.
Terceiro pensamento:
“O homem não morre quando deixa de viver, mas sim quando deixa de amar.”
Festejar a vida é amar... e desejar sempre a felicidade do outro... custe o que custar. Charles Chaplin, no verso entre aspas, mostra que a vida é o próprio amor.
Quarto pensamento:
“Há pessoas que transformam o sol numa simples mancha amarela, mas há aquelas que fazem de uma simples mancha amarela o próprio sol.”
O gênio de Pablo Picasso estava feliz quando pintou esta frase... há o que se dizer depois disso?
Quinto pensamento:
Provérbio chinês não é para se pensar, concordar ou discordar... é apenas para se ler: "Me ame quando eu menos merecer, pois é quando eu mais preciso"
Sexto pensamento:
"Nunca ande pelo caminho traçado, pois ele conduz somente até onde os outros foram." Grahan Bell, autor desta frase, não se limitou ao confuso mundo da mesmice... a ousadia foi o bom caminho que o inventor traçou. Vai ver, precisamos um pouquinho disso.
Sétimo pensamento:
“Há pessoas que nos falam e nem as escutamos; há pessoas que nos ferem e nem cicatrizes deixam. Mas há pessoas que, simplesmente, aparecem em nossa vida e que marcam para sempre.”
Cecília Meireles, a bela escritora neo-simbolista da nossa literatura, cravou os dentes na ferida. Apesar de simples, a idéia da frase guarda uma fina camada de realismo, pois desvela-se em forma de amor, na exatidão do encontro de almas.
Escrito por Reginaldo Tech (Teco) às 18h41
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Amar
Dizem que o amor deve ser incondicional. Esta é uma boa saída para as feridas que vamos abrindo ao longo da vida: o amor incondicional. Não sei se chegamos a tanto, mas podemos chegar perto. Se não for possível, porque isto normalmente acontece pelos filhos, podemos ter um amor total, que é aquele amor que percebe que realmente ama.
Explicando
Amor que percebe que realmente ama é algo meio subjetivo... mas vou explicar. O amor é um sentimento bom e precisa estar sempre do lado do bem, senão... pode virar ódio. Mas amar é não odiar... e estar preso por vontade... ao coração que pode vibrar.
Vibrando
Não que as rusgas e as contradições nunca mais existirão quando se ama. Ninguém é perfeito. Aliás, um sentimento muito interessante no Homem é a contradição. Afinal, amar é estar acima de pequenas coisas... e ainda perceber quais são as pequenas coisas.
Pequenas coisas
Tudo aquilo que navega no sentido contrário ao amor e à fluidez desse amor.
Fluidez
Como um rio... o amor vai fluindo... encontrando curvas, galhos... situações amedrontadoras. Se existe amor, não há nada a temer, pois no final todos estarão felizes.
Paz
Fonte inspiradora da sabedoria. E a sabedoria é estar conectado, sem medir esforços, ao outro e a si mesmo, sem perder a individualidade... e sem perder o vínculo. A paz transborda o amor... e, a partir daí, só existirá certeza. E tudo o que vier na direção contrária, não mais irá afetar a fluidez.
Afinal, o amor
É tudo o que o ser humano procura: o amor. E onde ele está? Perceba... ele está exatamente onde você o procurou, basta segurá-lo com força e fazer de tudo para que ele seja a paz.... para sempre.
Escrito por Reginaldo Tech (Teco) às 16h10
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Probleminhas
A história das pessoas é intrigante. As relações humanas sofrem por maus tratos que os próprios humanos cometem. Assim: temos problemas nos relacionamentos mas não olhamos para os erros cometidos, para os julgamentos, para as indecisões ou para as decisões que comprometeram a relação. Apenas justificamos os nossos erros.
Comunicação
Ficamos calados. Não dizemos exatamente o que sentimos e o que queremos, com se a pessoa que está ao nosso lado pudesse descobrir os nossos pensamentos. Isto se chama “falta de comunicação”. O bom seria falar amorosamente.
Coração
Nós, humildes mortais, não percebemos que podemos ser mais felizes do que já somos. Basta decidir-se por isto. Precisamos de paz em nossos corações, mas caminhos a passos lentos em busca dessa paz. E, mais uma vez, ficamos justificando nossas desatenções.
Eu também
O caro leitor pode estar pensando nas outras pessoas, mas quero dizer que tudo isso que falo neste blog também ocorre comigo. Todos somos assim, distraídos da felicidade. Afinal, somos seres humanos e indecisos quando ao nosso futuro.
Futuro
Nem sempre é o que achamos que poderia ter sido.
Decisão
Se decidimos pela felicidade, ela estará ali na frente... custe o que custar.
Prontidão
Sempre podemos estar atentos. Eu me distancio de algo, mas mantenho uma distância razoável para não perder de vista aquele algo que eu amo. Assim é a prontidão. Estarmos atentos para não perdermos tudo o que amamos.
Vastidão
Meu coração é vasto... mas meus desejos de felicidade e paz são maiores ainda. Decido-me por ficar aqui, exatamente no lugar onde me encontro... para receber de braços abertos a felicidade que está chegando.
No final todos estão felizes
Não vamos mais perder tempo com coisas tolas. Os corações vibram... as almas ressoam como sinos de catedrais... o perdão abre espaços para a vida... e ficamos todos atentos para não mais perdermos tempo com tolices. Seremos sempre felizes. Só isso.
Escrito por Reginaldo Tech (Teco) às 12h34
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